Do tempo
Uau. Faz muito tempo que eu não escrevo nada no blog. A razão é simples: trabalho, trabalho e trabalho. Mas eu sinto falta. Ainda que eu tenha facebook e twitter, mesmo assim faz falta escrever pensamentos mais verticais, desenvolver melhor as idéias. Sim, eu sei. Desde a ultima vez que postei, muita coisa aconteceu. Ao mesmo tempo, eu estou perdendo o interesse em muitas das coisas que eu era ligado. Coisa de uma pessoa de 40 anos? Acho que não. Quando se trabalha muito, a única coisa que entra em questão é o próprio trabalho. Sinto falta de atuar no Side Man, por exemplo. Por mais que eu me divirta dirigindo, o meu maior prazer no palco é atuando. É onde me sinto pleno. E é uma merda não atuar. Em compensação, é melhor não atuar que atuar em uma coisa que não me preencha. O trabalho de direção é prazeroso, e supre essa minha carência artística. Agora, no entanto, parece ganhar contornos de ocupação principal. Tenho zil projetos para dirigir, quase tantos quantas as propostas para atuar. E assim eu vou tocando. Decidi não sofrer mais. A vida TEM que ser mais simples. Quem gosta de vida complicada é analista. 
Escrito por impulso incontrolável às 23h41
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A jato
Tudoaomesmotempoagora. Nem deu tempo de me despedir direito do Gene de "Side Man", já emendo a estréia de "Vamos?", nesta sexta-feira. Os ensaios tem acontecido a todo vapor, com uma disponibilidade de elenco impressionante. O que estes atores fazem no palco é sensacional. O timing cômico, as tiradas, a química entre eles acontece de forma tão gostosa, e tão bacana. Sou um cara de muita sorte. 
Escrito por impulso incontrolável às 08h39
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cerimônia do adeus

último final de semana
Escrito por impulso incontrolável às 12h41
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grande dica

Escrito por impulso incontrolável às 10h39
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Escrito por impulso incontrolável às 14h20
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...

Escrito por impulso incontrolável às 01h30
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Estreia!

Escrito por impulso incontrolável às 22h37
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crítica do Caderno Teatral
Linda crítica do Lucianno Mazza, do www.cadernoteatral.com.br para Side Man
Encenar a boa dramaturgia produzida em outros países é a chance de viajar à História de uma nação, e por isso é bom ter em nossos palcos exemplares do teatro de qualidade vindo de outros lugares do mundo. “Side Man” é um destes casos. O texto, que estreou nos Estados Unidos em 1998 - ganhando oPrêmio Tony de melhor peça -, faz um recorte histórico entre 1953 e 1985 mostrando a vida de um músico de jazz, sua família e amigos. Gene Glimmer, o sideman do título (profissional convidado a tocar ou gravar com um grupo ao qual não pertence), é um talentoso trompetista que já se apresentou nos principais clubes noturnos de Nova York, ao lado seus divertidos amigos Jonesy, Al e Ziggy. No entanto, os quatro amargam a iminente decadência do jazz após a Segunda Guerra frente a novidade do rock'n'roll, conformistas, no sentido que não buscam a reinvenção, resta-lhes tomar sopa no café onde a garçonete Patsy trabalha. Incapaz de pensar em algo além de fazer música e manter seu estilo de vida boêmio, o protagonista conhece Terry, uma jovem então animada, com quem acaba deixando-se casar (ele não opta por isso, mas também não repulsa), mesmo sabendo que jamais será capaz de virar um homem de família. Infeliz, a mulher perde sua característica alegre e ganha o vício do álcool como companheiro para sua solidão matrimonial. O filho de ambos, Clifford, cresce em meio a brigas e ausências - do pai pela noite e da mãe pelo alcoolismo -, é ele quem narra a história de sua família agora que se prepara para finalmente libertar-se dela e rumar para outra cidade. Com inspiração autobiográfica, o texto de Warren Leight faz um retrato melancólico e desbotado da vida destes personagens em falência, e tem em seu protagonista perdedor a representação perfeita do artista alienado absorto em sua própria vida, com o clássico drama pessoal da falta de reconhecimento, no caso a falta de crédito em uma crítica à uma importante gravação da qual participou. Seguindo o estilo de realismo do conterrâneo Tennessee Williams, o autor rende melhor no segundo ato quando a ação episódica se sobrepõe aos longos diálogos da primeira parte. O diretor Zé Henrique de Paula - que vem se destacando no cenário teatral paulistano - concebe uma encenação de grande melancolia, coerente ao texto, injetando tempos e silêncios que ampliam esta sensação de desolação. Plasticamente é muito interessante notar como em alguns momentos, em meio ao fluxo, algumas marcas criadas se tornam imagens que remetem diretamente às pituras do movimento realista norte-americano. Sem atropelos, o elenco parece conduzido de maneira real e econômica. É emocionante acompanhar o desempenho de Otávio Martins em estado de graça como o protagonista; preciso, o ator concebe seu sideman de forma sensível e melancólica, causando grande empatia com o público, numa atuação inesquecível. Já Sandra Corveloni exibe instrumental de uma grande atriz, mas faz algumas opções que, em certas passagens, resultam exageradas demais, dando a sua personagem uma antipatia desinteressante. Alexandre Slavieiro se sai bem como o narrador, principalmente nos momentos mais interiorizados do filho, como os quando surge como criança. Eric Lenate, Daniel Costa e Luciano Schwab respondem muito bem pelo trio de músicos amigos do protagonista, com o primeiro se sobressaindo, seja pela composição técnica tons acima - destoando do tom realista da montagem - ou pelo forte desempenho na bela cena em que conta sobre a prisão de seu personagem. FinalmenteGabriela Durlo, em participação menor, mas não menos pertinente, faz um trabalho contido e delicado. A bem cuidada montagem brasileira de “Side Man” é uma ótima oportunidade para os apreciadores do bom teatro.
Escrito por impulso incontrolável às 16h48
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Hoje tem!

Escrito por impulso incontrolável às 15h23
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Frase polêmica

Escrito por impulso incontrolável às 14h55
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Mais uma? Sim!
Mais uma estréia pela frente! 
Escrito por impulso incontrolável às 01h38
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Dos momentos marcantes na vida
E de como a leitura de HURRY foi um deles. Ver o texto sendo vivenciado por um elenco invejável, e com uma platéia tão atenta, tão sagaz. Estou muito, mas muito feliz.
Escrito por impulso incontrolável às 01h35
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HOJE


Escrito por impulso incontrolável às 07h34
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Side Man



É impossível sair da Side Man sem se emocionar. Sejam os atores, seja o público.
Escrito por impulso incontrolável às 13h48
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Uma dica

A maior atriz brasileira. Vai perder???
Escrito por impulso incontrolável às 13h46
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BRASIL, Sudeste, SAO PAULO, Homem, de 36 a 45 anos, English, French
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